
Princípios basilares, para os actuais e futuros candidatos a árbitro
1. No início da actividade, o próprio árbitro deve saber se tem (ou não) capacidade intelectual, para enfrentar situações adversas, vindas das mais diversas origens.
2. A sua formação, terá de contemplar alguns pontos importantíssimos, quanto à postura, o saber estar, à reacção, a compreensão e tolerância.
3. As capacidades do ser humano terão de se adaptar às exigências que a arbitragem obriga.
4. Superar pequenas deficiências e corrigir rotineiros "tiques", é matéria que, cada qual deve assumir, em benefício da actividade desenvolvida.
5. Os cursos de actualização e aperfeiçoamento são acções necessárias a todos, desde o estagiário ao mais qualificado e os exemplos dados terão de ser assimilados, adoptados e praticados nos jogos para que sejam nomeados.
6. Ter mentalidade sã e força anímica para desenvolver conhecimentos que não agridam o semelhante, é lema para reter na mente de todos aqueles que querem servir o desporto, dignificando a arbitragem.
7. Praticar erros grosseiros, ter comportamento inadequado, demonstrar deficiente preparação, evidenciar abuso de autoridade, insistir no descrédito da classe, é gente que não serve, é gente com que não devemos contar, é gente que se deve retirar tão depressa quanto possível, é gente que não deve partilhar do prazer de conviver com pessoas de bem!
8. O desporto e a Arbitragem agradecem !
Felicidades e continuação de bom curso.
O Presidente do CRAHP Leiria
João Paulo Félix da Costa