Enobrecer, dinamizar e estimular, o saber ser e estar, dos árbitros deste conselho regional.

31
Dez 10

 

Um dia ...

 

Um dia a maioria de nós irá separar-se ...

Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos.

Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe ... nas cartas que trocaremos.

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices ... Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro. Vamo-nos perder no tempo ...

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão: "Quem são aquelas pessoas?" Diremos que eram nossos amigos e isso vai doer tanto!

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades... Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"
Fernando Pessoa
 
Adeus, meu amigo... meu PAI.
publicado por JPCosta às 11:09
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09
Fev 10

João Queiroz: caso Calabote revisitado 50 anos depois

 

O jornalista João Queiroz escreveu o livro que conta o caso do primeiro árbitro irradiado em Portugal

Fez história no mundo do futebol e teve o seu nome transformado em adjectivo. Inocêncio Calabote foi o primeiro árbitro a ser irradiado em Portugal e o "pai" da palavra calabotice. Desde 1959 que, na gíria do futebol, calabotice é mais uma forma de dizer roubar ou enganar. 

Na temporada 1958/59, Calabote terá tentado ajudar o Benfica a vencer o campeonato ao FC Porto - que acabou por ganhar por um golo de diferença. Os dois clubes lutaram pelo primeiro lugar até ao último minuto. O FC Porto defrontava o Torreense fora e, ao mesmo tempo, o Benfica jogava contra a CUF em casa. O árbitro atrasou o jogo do Benfica oito minutos e mentiu no relatório de arbitragem. Calabote nunca assumiu o erro e por ter mentido foi irradiado.

O jornalista João Queiroz, de 24 anos, que começou no desporto do "Jornal de Notícias", sempre se interessou pela história. Como em 2009 se assinalavam os 50 anos da efeméride, resolveu investigar o caso.

Foram três meses de pesquisa, em que analisou dezenas de jornais da época e fez questão de entrevistar as pessoas que estiveram ligadas à história. "Encontrei factos interessantes. Por exemplo, o treinador-adjunto do Benfica esteve no banco do Torreense (equipa que ia defrontar o Porto). Na altura os jogadores disseram que ele não lhes tinha dado instruções. A intenção era dar um prémio caso ajudassem o Benfica a ser campeão, ao derrotarem o Porto. Coisa que não aconteceu", conta João Queiroz. O escritor defende que o tema se mantém actual. "Toda a gente fala dos problemas da arbitragem e da calabotice no futebol."

João Queiroz tentou seguir o rasto da vida de Inocêncio Calabote, que morreu na década de 90, apesar de o livro se centrar na polémica do jogo. "Entrevistei vizinhos do árbitro. Ele vivia em Évora e depois do escândalo foi para Tunes, no Algarve, porque ficou muito marcado. Nunca foi provado que tinha sido comprado, nem mostrava sinais exteriores de riqueza. Acho até que nem tinha carro", explica o jornalista. O livro, com prefácio de Álvaro Magalhães, é lançado no domingo, às 17h30, na Bertrand do Dolce Vita Porto.

 

In:http://www.ionline.pt

publicado por JPCosta às 08:00
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17
Dez 09

PORTUGAL 1952 "MUNDIAL HÓQUEI PATINS"

publicado por JPCosta às 08:01
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04
Dez 09

 

ficha do filme
Título original: Dois Dias no Paraíso
De: Arthur Duarte
Com: Milú, Virgílio Teixeira, António Silva, Carmen Mendes
POR, 1957, Cores, 140 min.



Produção da Lisboa Filme, "Dois Dias no Paraíso" segue a personagem de uma vedeta da revista portuguesa, Diana Delmar: em Madrid, em centésima representação da revista Dois Dias no Paraíso, Diana parte inesperadamente para Lisboa quando recebe um telegrama, deixando em pânico os seus empresários espanhol e português. O filme inclui excertos de um jogo de hóquei em patins entre Espanha e Portugal. "Dois Dias no Paraíso" não é exibido na Cinemateca desde 1986, quando foi apresentado por ocasião de uma retrospectiva António Silva.

 

LISBOA

Cinemateca Portuguesa
Sala Luís de Pina
22h

publicado por JPCosta às 09:51
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13
Abr 09

publicado por JPCosta às 18:09
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11
Abr 09

A Magia dos Patins

Em Santarém, o Hóquei clube é o ninho mágico de onde nascem pardalitos com asa nos pés. A modalidade deve-lhe muito e Santarém ainda mais. Um par de patins liberta o corpo e a alma, embala, navega e dança quem os calça nos pés, e voa, livres da força que nos empurra para a terra. Patinar é como um sopro, o perpetuo movimento do ar, um corpo transformado em vento, a descoberta do ritmo, um baile como as valsas de  Strauss, em que nos vestimos de gala por dentro.

Fui fraco patinador mas cresci, e vivi, fascinado por esta modalidade que é arte. Competição e espectáculo. Ainda hoje, quando assisto ao um jogo me vem á memória a imagem dos pássaros que voam em corpo de gente.

Quero agradecer ao Hóquei Clube a paixão com que ensina os nossos filhos o prodígio das viagens pelo céu do nosso chão. Agradecer o investimento técnico, associativo e afectivo nesta prática desportiva que tem em Portugal um dos maiores ícones do mundo.

E dar-lhes os parabéns. Por fazer que continuemos a acreditar que os homens podem voar com asas nos pés. A caminho dos sonhos. São eles que comandam a vida.

 

O Presidente da Câmara Municipal

         Francisco Moita Flores

publicado por JPCosta às 17:37
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17
Nov 08

 

A felicidade exige valentia.
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela
vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...'

 
Fernando Pessoa - 70º aniversário da sua morte

 

publicado por JPCosta às 12:58
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04
Nov 08

 

 

A actividade, a formação e o perfil social do
árbitro/juiz desportivo
Cristina Matos Almeida
Lisboa : Instituto do Desporto de Portugal

 

 

publicado por JPCosta às 18:22
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09
Out 08

 

Fora o Árbitro!
Teotónio Lima

 

Não há competição desportiva oficial que dispense uma equipa de arbitragem. É ela que faz respeitar as regras do jogo, é ela que oficializa os resultados. Colocados acima dos competidores, os árbitros apresentam-se sozinhos perante todos os outros intervenientes do acto desportivo, e são frequentemente alvo do fogo cruzado de críticas, denúncias, vexames e até agressões físicas que não dignificam a prática desportiva. Porque os árbitros são indispensáveis em qualquer competição, há que considerar a sua presença e actividade nos recintos desportivos com o mesmo rigor e objectividade que deles exigimos nos seus julgamentos. É isso o que faz Teotónio Lima neste seu Fora o Árbitro! Com a sua vasta experiência de praticante e de técnico desportivo, Teotónio Lima leva-nos a ver a arbitragem por dentro, com as suas virtudes e carências, e aponta algumas pistas essenciais para uma melhor formação dos árbitros nacionais em todas as modalidades, para um enquadramento da actividade de arbitragem que dignifique e faça progredir a actividade desportiva em geral.
 

.

 

 

publicado por JPCosta às 16:07
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