Enobrecer, dinamizar e estimular, o saber ser e estar, dos árbitros deste conselho regional.

28
Jan 11

por João Paulo Romão

As mudanças criam por norma algumas incertezas, por mudarem o que está instituído há muito, por termos que mudar a nossa mentalidade à nova realidade, e porque foram muitos anos a regermos por algo e que agora muda.

Todos nós que estamos inseridos no fenómeno desportivo, neste caso do Hóquei em Patins, vamos ter a nossa opinião sobre o assunto, seja enquanto jogador, treinador, dirigente ou árbitro. Devemos, e é nossa obrigação, aquando da construção de algo, e neste caso das regras vigentes, dar a nossa opinião. As mesmas estiveram durante muito tempo em discussão, tanto cá em Portugal, como nos outros países. Mas a grande parte dos interlocutores o que fizeram? Assobiaram para o lado!!!

Naturalmente, enquanto uns dos agentes ligados à modalidade tenho a minha opinião sobre as regras vigentes, tenho ainda mais uma forte opinião da forma em como são organizados os jogos, e se queremos ser uma modalidade consentânea com os títulos mundiais que honramos conquistar, temos que pensar que todo o espectáculo desportivo deve ter regras, e começa logo, antes de começar o jogo, de só estar quem pode estar.

As perguntas colocadas pelo Hugo, jogador que arbitro há muitos anos, são pertinentes, e merecem da minha parte toda a minha atenção. Não para contrapor, nem para dizer se concordo ou não, mas tentar dar uma nova visão do facto.

O facto é que as regras estão a vigorar, gostemos ou não delas, por isso só nos resta adaptarmo-nos ás mesmas, e quanto o mais rápido melhor.

È normal ouvir, que os árbitros decidem jogos, nada mais irrealista, quem decide jogos, são os jogadores com as suas acções, porque é a forma como fazem essa acção que as torna punível ou não.

Naturalmente, existem correcções a fazer ás regras, até porque quem as fez disse logo isso, e que o período de adaptação às mesmas seria de três anos.

Mas não nos podemos esquecer, que isto deve servir para dialogar e esclarecemo-nos a todos, e não para aproveitar, para o bota abaixo. Quanto a mim tenho a perfeita noção, que me estou a adaptar ou a tentar adaptar-me esta nova realidade. Em jogo tomo boas e más decisões, mas as mesmas tem que ser tomadas na altura, e quando tomo uma má decisão só tenho que tentar rectificar, para não cair no mesmo erro.

O mesmo deve acontecer com todos os outros intervenientes, sejam eles jogadores ou treinadores, devem jogar limpo e leal, e quando por força das circunstâncias jogaram prevaricando a LEI, só têm que saber aceitar, e numa próxima fazer, cumprindo a LEI.

 

1 - Até ao ano passado, quantas regras foram alteradas em 20 anos para trás? Estas novas regras são apropriadas para se ter um único árbitro num jogo (terceira Divisão Nacional e escalões Jovens)?

1-      Nos últimos vinte anos foram várias as regras que foram alteradas, posso dar alguns exemplos;

  • tamanho das balizas
  • tamanho da área de baliza
  • introdução da área de protecção do guarda redes
  • todas as faltas contra a equipa defensiva dentro da sua área serem grande penalidade
  • introdução de locais próprios para a marcação do livre directo
  • as mudanças sucessivas de como se marca uma grande penalidade
  • as mudanças de posição de defender uma grande penalidade

 Quando se começou a arbitrar jogos de hóquei, eram três os árbitros em pista, depois devido a problemas económicos, passou a ser só um, depois passaram a dois árbitros na primeira divisão e um ano depois também na segunda, infelizmente essa medida nunca chegou nem à terceira nem ás camadas jovens. Mas pergunto teríamos árbitros para isso tudo?

Para o árbitro todos os jogos deveriam ter dois árbitros, e pessoal formado convenientemente para a posição de terceiro árbitro e cronometrista.

 

2 - Os árbitros sabem todos como agir em conformidade perante várias situações de jogo? Onde andam os observadores dos árbitros?

2 – Poderia perguntar, todos os jogadores sabem da mesma forma responder ás solicitações postas durante um jogo? Claro que não.

Aos árbitros acontece a mesma coisa, todos os árbitros devem saber as regras, mas aplicá-las em pista, de uma forma consistente, só os anos e experiência, vai permitir, essa consistência. Depois um jogador treina várias vezes por semana. Aos árbitros não lhe são dadas, as mesmas hipóteses. Deveria de haver uma comissão técnica que deveria preparar, pelo menos quinzenalmente, formação/treino, através de vídeos explicativos das mais diversas situações de jogo.

Por onde andam os observadores? Se calhar pelo mesmo sitio onde andam os árbitros que faltam para completar os quadros. Com as condições oferecidas e da forma como somos vistos pelos diversos sectores da sociedade, ainda é um milagre haver árbitros.

 

3 - Uma pessoa que assiste regularmente a jogos de hóquei sem formação de árbitro consegue arbitrar um jogo com as novas regras (quando não há arbitro)?

3- A resposta é básica: claro que não. Antes das novas regras as pessoas que iam fazer o trabalho de árbitro, faziam-no, não por conhecer as regras no seu todo, mas por conhecê-las nos seus aspectos gerais. Actualmente, com alguma e muito especificidade que as regras têm, não é fácil. Naturalmente o que era falta antigamente continua a ser falta agora, mas é mais difícil de declarar a natureza da mesma.

 

4 - O hóquei é um desporto de velocidade, acham bem marcar faltas de setique contra setique?

4 – Aqui está uma falsa questão. Quando um jogador, ao cortar uma bola, no movimento toca no stick adversário, não fazendo que este perca o controle da bola, não existe falta nenhuma. O problema é quando o jogador ataca o stick num plano mais alto, ou atinge por mais que uma vez deliberadamente o stick adversário. O uso do stick, para bem do hóquei tem que ser controlado, porque em jogos que havia há mais de dois anos, o mesmo servia para tudo menos para jogar na bola. E convenhamos que o stick foi inventado para que o jogador só movimentasse a bola através deste dito instrumento.

 

5 - Alguém me consegue explicar a regra dos 45 segundos para atacar e como o árbitro controla esse tempo? Quem me explica o que é jogo passivo para um arbitro...?

 

5 – Nada mais fácil, como as regras estão hoje, tirou-se qualquer subjectividade que poderia haver por parte dos árbitros. A partir do momento que uma equipa ganha a posse da bola, tem 45 segundos para rematar à baliza adversária. Para poder continuar com a posse da bola ou o tempo recomeça a contar do zero, ou então depois de feito um remate a bola toca no guarda redes adversário, nos postes e barra da baliza adversária ou ainda a equipa atacante beneficia da marcação de uma grande penalidade ou livre directo.

Por isso, não cabe analisar se uma equipa faz ou não jogo passivo, é tudo uma questão de tempos.

O problema é que deram um nome errado à lei que está em vigor. A lei devia chamar-se de “Tempo de Ataque” e não de “Jogo Passivo”.

A forma de controlar, deveria ser como se faz no basquetebol, mas infelizmente não é assim, então, como bons portugueses temos que nos desenrascar, olha para o cronómetro e passamos o jogo a fazer contas.

 

6 - Se as faltas de equipa penalizam, porque alguns árbitros ainda dão a lei da vantagem?

6 – Porque está na Lei. A marcação de faltas de equipa tem a ver muito com o desenrolar do jogo. Ou seja, não é qualquer toque no stick adversário ou contacto que é falta. È falta quando existe uma acção deliberada por parte de um jogador que pretende por meios não lícitos tirar vantagem, tanto nos toques dos adversários, como nas movimentações.

Na lei vigente, quando na opinião do árbitro existe uma falta de equipa, a mesma deve ser sempre marcada, para isso tem que interromper o jogo. Mas se na opinião do árbitro a equipa que sofreu a falta, encontra-se numa situação de contra ataque de três para dois ou de dois para um, o árbitro deve dar a lei da vantagem mas fazer sinal à mesa da respectiva falta de equipa. Pela experiência que tenho, por norma cada vez que assinalo uma falta com a bola em movimento, os terceiros árbitros (dos clubes) normalmente nunca vêem.

 

7 - A situação de amostragem de cartão azul e livre directo e power-play não serão penalizações a mais?

7- Se existe penalização, é porque houve infracção. Naturalmente quanto mais grave, é essa infracção, também mais grave deve ser a penalização. O hóquei é um desporto para ser jogado, tem que ter um instrumento extra que não faz parte do corpo, por isso as regras devem bem regulamentar o uso desse mesmo instrumento, mas muito rapidamente passa de stick para cacete. As regras tendem para que os jogadores não de esqueçam disso. Se o jogador utilizar o stick só para jogar na bola, esta pergunta nem se punha.

O Hóquei em Patins é desporto de pavilhão, em que a velocidade é a principal arma de jogo, E a velocidade é mesmo muita. Além disso outra característica do Hóquei, é a movimentação dos seus jogadores, neste segundo são defesas, no segundo seguinte são avançados. Por tudo isso, as sensações que se vivem num jogo são intensas, e muitas vezes difíceis de controlar, e a melhor forma para todos cumprirmos as regras, é sabermos que, as infringirmos, vamos ser duramente penalizados. 

 

8 - Não acham que cada árbitro tem a sua interpretação e hoje em dia não é difícil decidir um jogo e ter a desculpa de dizer no fim do jogo que são as novas regras? Acreditam que os árbitros sabem todos interpretar as novas regras? É impressão minha ou as novas regras podem ter interpretações diferentes?

8 – Essa questão passa-se com as regras novas, passava-se com as antigas e passam com as regras de todos os outros desportos. Porque a interpretação de uma dada situação, tem três juízes diferentes; a equipa que beneficia, a equipa infractora e do árbitro. E por força das circunstâncias raramente é unânime.

Enquanto árbitro, não tenho duvidas que as regras vigentes, são de mais fácil aplicação. E porquê? Porque define como deve ser utilizado o utensílio de jogo, isto é, em circunstâncias normais, ele só pode ser utilizado na bola. Quando utilizado nas zonas protegidas do adversário de forma mais viril, ou de forma não violenta fora das mesma, é considerada uma situação grave, por isso passível de amostragem de cartão azul. Sempre que um jogador utilize o stick de forma intencional ou não e que provoque a queda do adversário (engachamento), ou mesmo de lado pondo o stick provocando uma rasteira, é sancionado com cartão azul e sempre que o jogador na disputa de uma bola, empurre de forma clara e outra vez com ou sem intenção (por exemplo não conseguir travar a tempo carregando o adversário) é sempre sancionado com cartão azul.

Por isso as regras vigentes ficaram mais clara, o jogo é para ser jogado com um stick, na bola, e quem não souber dominar o stick, é punido. O jogo é para ser jogado sobre uns patins, procurando a melhor posição de jogo, sem servir dos braços para ganhar posição.

O Jogador deve saber que o stick é para jogar sempre, encostado ao chão da pista e nunca deve servir nem de arma de arremesso ou utiliza-lo como escudo nas costas do adversário.

 

 Peço desculpa por ter sido longo na minha resposta, mas é minha contribuição, talvez para um melhor esclarecimento. Mas muita água há-de correr, para que tudo fique mais ou menos bem. Porque bem nunca há-de ficar. Não nos podemos esquecer que são duas equipas que jogam para ganhar e que só uma ganha. A isto chama-se COMPETIÇÃO.

 

In:http://cumhoquei.com

publicado por JPCosta às 23:03

27
Jan 11

Após derrotar Liceo da Corunha por 7-2

O Barcelona venceu esta quarta-feira, a Taça Continental de hóquei em patins, ao derrotar os congéneres do Liceo da Corunha por 7-2.

A equipa catalã triunfa assim numa prova que já venceu 16 vezes e destaca-se o facto de, nas últimas 11 edições da competição, somou o nono título ante um conjunto que ganhou no único confronto feito entre as duas equipas nesta competição, em 1987.  

A Taça Continental, que se disputa entre o campeão da Europa e o vencedor da Taça CERS, é a sucessora da Supertaça Europeia, disputada entre os vencedores da Taça dos Campeões e da extinta Taça das Taças.

 

O FC Porto foi a única equipa portuguesa que venceu a competição, em 1986.

 

publicado por JPCosta às 17:37

 

 

O Benfica venceu, esta quarta-feira, o Porto Santo por 4-3 e aumentou a vantagem sobre o FC Porto no Campeonato Nacional da I Divisão de hóquei em patins.

Com esta vitória e com a derrota dos ‘dragões’ frente à Oliveirense, tudo jogos em atraso da 15ª jornada, o Benfica termina a primeira volta da competição com cinco pontos de vantagem sobre o FC Porto, que é terceiro.

publicado por JPCosta às 17:33

25
Jan 11

 

Aos sábados joga pelos seniores e aos domingos pelos juniores. A vida de Gonçalo Alves é o... hóquei em patins, modalidade que pratica com grande paixão e tradição familiar - o avô António Alves, o tio Paulo Alves e o pai Quim Zé são os seus ídolos.

Com apenas um ano e meio de idade já patinava. E nunca mais descalçou os patins, tendo-se iniciado com apenas quatro anos no FC Porto. Hoje, é o melhor marcador de todos os campeonatos nacionais, com 87 golos marcados e é peça essencial do projecto autónomo do Sporting, equipa que lidera a zona Sul do Nacional da III Divisão.

Estamos a falar de uma autêntico prodígio da modalidade, daqueles hoquistas que não enganam ninguém, ao ponto de muitos já o verem integrado na principal equipa das quinas dentro de dois ou três anos.

Gonçalo Bonnet Alves recebeu a reportagem de A BOLA numa noite fria de Inverno no Pavilhão da Casa do Gaiato, em Santo Antão do Tojal, a casa que o Sporting adoptou para acantonar as suas equipas de hóquei em patins.

«Jogar hóquei é o que mais gosto de fazer. Ao contrário da maioria dos jovens da minha idade, não acho piada nenhuma sair à noite. Nos meus tempos livres gosto de jogar computador e estou no 12.º ano na área de economia. Entre jogos, treinos e estudos, sobra-me apenas tempo para descansar», diz o craque leonino que, se não tivesse sido hoquista, teria certamente sido futebolista. «É a modalidade que mais gosto depois do hóquei em patins».

Gonçalo Alves integra há quatro anos o projecto autónomo do hóquei em patins leonino. E não pensa abandonar tão cedo os leões, apesar dos convites que já recebeu do FC Porto, Benfica, Espanha e até Itália.

«Quero colocar o Sporting na I Divisão. Esse é o meu grande objectivo. Quero continuar a estudar e frequentar um curso universitário, porque não podemos pensar em viver do hóquei em patins. Nos próximos três anos desejo continuar junto da minha família. Se sair, não será para já. Mais tarde gostaria de ter uma experiência no estrangeiro, em campeonatos como o espanhol e italiano. Mas, agora, sinto-me bem no Sporting», salienta o artilheiro leonino, que não tem pressa em deixar os leões.

 

 

publicado por JPCosta às 12:59

22
Jan 11

                                                

publicado por JPCosta às 08:00

21
Jan 11

APURAMENTO CAMPEÃO REGIONAL DE INICIADOS 

Domingo,23 de Janeiro de 2011  

     

 Pavilhão Municipal de Alcobaça  

11H00   Jogo nº 169   GRC"Os Águias" x HC Santarém

             Árbitros: Orlando Ramos / David Barros

12H00   Jogo nº 170   HC Turquel(b) x ACR Santa Cita

             Árbitros: Luís Correia / Hélder Coelho 

16H00   Jogo nº 171   Vencido do jogo nº 169 x Vencido do jogo nº 170

             Árbitros: Luís Correia / Orlando Ramos

17H00   Jogo nº 172   Vencedor do jogo nº 169 x Vencedor do jogo nº 170

             Árbitros: Paulo Carvalho / Vitor Roxo  

APURAMENTO DO 5º AO 8º CLASSIFICADO  

Pavilhão do HC Turquel  

  11H00   Jogo nº 173   SC Tomar x J. Ouriense

               Árbitros: António Peça

  12H00   Jogo nº 174   GR "O Vigor Mocidade" x FC O. Hospital

                Árbitros: Rui Jorge

  16H00   Jogo nº 175   Vencido do jogo nº 173 x Vencido do jogo nº 174

               Árbitros: Pedro Sousa

  17H00   Jogo nº 176   Vencedor do jogo nº 173 x Vencedor do jogo nº 174

             Árbitros: Armando Henriques     

APURAMENTO DO 9º AO 12º CLASSIFICADO  

 

Pavilhão Municipal de Mira

  

  11H00   Jogo nº 177   HCTurquel(a) x A. Alcobacense CD

               Árbitros: CRAHP Coimbra

  12H00   Jogo nº 178   A. Académica C. x SC Marinhense

               Árbitros: CRAHP Coimbra

  16H00   Jogo nº 179   Vencido do jogo nº 177 x Vencido do jogo nº 178

               Árbitros:CRAHP Coimbra

 17H00   Jogo nº 176   Vencedor do jogo nº 177 x Vencedor do jogo nº 178

              Árbitros:  CRAHP Coimbra   

   

publicado por JPCosta às 00:23

20
Jan 11

CAMPEONATO REGIONAL

 

Sábado,22 de Janeiro de 2011 

Infantis-Série "E" 

Jogo nº3101 15H00 GCR "Os Águias" X Lagonense FC

 Árbitro: Pedro Sousa 

Infantis-Série "F" 

Jogo nº3107 15H00 BIR X ACR Santa Cita

Árbitro: David Barros

Infantis-Série "G" 

Jogo nº3113 15H00 A Alcobacense CD X UF Entroncamento

Árbitro: Helder Coelho

Juvenis-Série "C" 

Jogo nº144 16H30 HC Turquel X FC O. Hospital

Árbitro: Antonio Peça

publicado por JPCosta às 17:20

Ignorar o pau com os ursos

 

O Instituto de Desporto da RAEM distribuíu 7 milhões de patacas por 114 atletas que se distinguiram pelos seus resultados de excelência. Foram ainda atribuídas menções de mérito a mais de 200 atletas e treinadores, tudo num jantar organizado para homenagear os intérpretes do desporto em Macau. Acho muito bem que assim seja, pois não basta dar o couro pelas cores do território e levar palmadinhas nas costas. Como diz muito bem o adágio popular, "não há dinheiro, não há palhaços".

O que me faz um pouco de confusão é a relação mérito-recompensa que é ali feita, atribuíndo a 1 (um) atleta que ganhou uma medalha no wushu quase tanto dinheiro que a uma equipa completa que conquistou para Macau campeonatos asiáticos e participação em mundiais da modalidade com resultados positivos. Penso que já perceberam que me estou a referir à reivindicação mais que justa do treinador da selecção de hóquei em patins de Macau, Alberto Lisboa, que não está satisfeito com o corte de 50% num alegado prémio que o ID ia atribuir a cada jogador.

O vice-presidente desse instituto justifica com o facto do hóquei em patins (ou "ópatins", como ele diz) "não ser uma modalidade olímpica", o que como se sabe, é tiro e queda às pretensões dos adeptos de corfebol e andebol de sala. O vice em questão reconheceu que o "ópatins" é sem dúvida a modalidade que mais troféus conquista para Macau, mas isto é preciso cumprir os regulamentos, e tal, não há cá pão para malucos.

Enquanto cada um dos atletas que representa o hóquei em patins recebe 40 mil paus, um atleta de wushu originário da RP China vai para casa com 340 mil rufas, o que se pode dizer que é mais que uma "homenagem por resultados de excelência". Não sei como funcionam os prémios, se existe um sistema de sponsoring qualquer, mas foram 180 mil por uma medalha de ouro aqui, e mais 160 mil por outra acolá, enquanto um gajo ganha cinco campeonatos asiáticos, participa em mundiais, em torneios internacionais de nomeada, e leva 40 mil. Repito: não sei como funciona, sou completamente ignorante em relação a esse critério, só não me parece muito justo.

Claro que quem não concorda com o meu ponto de vista vai lançar os habituais chavões, de como o hóquei em patins é o desporto dos portugueses, que ninguém quer saber, que é o pau com os ursos, o hóquei no gelo é que é, porque é da América e América é igual a dinheiro (estou surpreendido como ainda não apareceu por cá uma equipa de basebol), isso tudo. Um dos argumentos mais utilizados é o dos atletas de hóquei em patins de Macau não serem originários do território.

Primeiro isso é mentira; a esmagadora maioria dos jogadores da selecção de hóquei nasceu no território ou reside cá há mais de 15 anos. Eu também sou de Macau, que raio! E o Jia Rui é de onde? Não importa que 99,9% da população jovem de Macau prefira o badminton ou o bowling, ou que os adultos prefiram ver o wushu ou os saltos para a água. Afinal a ideia não é "distinguir os atletas pelos seus resultados de excelência"?

Mas vamos pesar isto nos pratos da balança:

- O hóquei em patins é o único desporto colectivo em que Macau participou e ganhou num campeonato asiático de selecções.

- O hóquei em patins é a única hipótese que Macau tem de ganhar em competição oficial contra selecções como o Japão, Austrália, Uruguai, México, Coreia do Sul ou Taiwan.

- O hóquei em patins é a coisa mais próxima que Macau tem em termos de participação de mundiais de qualquer modalidade. Macau participou no mundial de San Jose, em 2005, coisa impensável para qualquer outro desporto colectivo no território.

- O hóquei em patins é a única modalidade em que Macau entra em campo para jogar a sério e muito raramente sai humilhado.

Finalmente, não custava nada ao ID apoiar mais esta equipa de hóquei em patins da RAEM. Conhecem pessoalmente o Alberto Lisboa, o Hélder Ricardo, o Nuno Antunes, o Augusto Ramos e toda essa malta? Eles não vos vão andar a chatear, nem andar de mão estendida. Garanto eu. Será o hóquei em patins apenas vítima da mais pura e destilada das invejas, por ser um desporto trazido para cá pelos "colonialistas", e que por questão de face é melhor ignorar?

In:http://bairrodooriente.blogspot.com/2011/01/ignorar-o-pau-com-os-ursos.html

publicado por JPCosta às 08:30

O último capítulo da epígrafe acima, elenca o ponto de partida para um treino psicológico para árbitros, que deve ser pautado pela análise de como se produz um conflito, para se obter resultados concretos na sua actuação diária.

  

  Como se produz um conflito:

Os problemas que geralmente dão vazão a conflitos podem ser analisados da seguinte forma (problemas relevantes):

* diferença de percepção e avaliação do ocorrido;
* distinta concepção e interpretação de um mesmo caso.

A diferença dos objectivos faz com que a percepção esteja influenciada permanentemente por estes factores. Cada um deles tem, de acordo com a sua função e o grau de identificação/grau de responsabilidade com uma situação, uma distinta percepção. O que em psicologia se denomina "percepção subjectiva" não é nada mais do que uma forma de "enganar a realidade".

Uma situação de conflito produz-se sempre de acordo com o seguinte esquema:
O árbitro intervém em determinada situação, na equipa, o seu técnico, o público etc.., que se mostram atacados, pois consideram que tal intervenção os prejudica. Por isso protestam, e o árbitro, de acordo com entendimento de Heisterkamp, de 1982, relaciona, por sua vez, diante deste protesto, como abaixo pode desenhar-se como um círculo:
 

 

Deve, por exemplo, ter-se em consideração, diante do protesto de um atleta, explicitar contemplação diante de uma reação de um treinador (treino de autocontrole), mas sempre levando a situação dentro dos princípios da ética.
Nunca reagir com autoritarismo exagerado diante de cada reação e/ou protesto:
Sempre que estes forem toleráveis, deverá ter contemplação e, por sua vez, ser educador nesta situação.
Não punir o infractor só por demonstrar seu desagrado, ignorá-los, "fazer-se de surdo", tranquilizá-lo com um gesto de compreensão, ou até mesmo com um sorriso.
Mas em caso de escapar à ética ou serem reacções agressivas, punir peremptoriamente, de forma incontinente, severa, sem dar margem a que o conflito se generalize.
É de fundamental importância que se mantenha a calma, como assim, nessas situações aparecer como "donos" da mesma, valendo-se do regulamento, sem utilizar gestos agressivos e/ou confusos. Desta forma, pode ser evitada a generalização do conflito que deteriora o espectáculo e prejudica a imagem do árbitro.

As exigências físicas, técnicas, táticas e psicológicas que caracterizam o desporto de alto rendimento induzem uma modernização nos critérios a ter em conta durante o processo de ensino-aprendizagem para a formação de árbitros.
O conteúdo temático do processo formativo deverá incluir uma educação teórica e prática equivalentes , uma vez adaptadas às exigências da cada desporto específico. A tarefa deve ser assumida nos distintos campo de acção.
Nós sugerimos como aspectos prioritários:

1) Melhorar a imagem do árbitro: Para isso deverá traçar-se um programa tanto nas federações como nas Associações e, por extensão, nos clubes, que permita estimular e hierarquizar a função do árbitro.
Em nível de clube, reconhecimento por parte dos dirigentes, técnicos, atletas, oferecendo os treino para a prática pedagógica dos árbitros, colaborando como reforço positivo, corrigindo e encaminhando o novato.
Tratando-se de federação criando rankings de actuações, em cada categoria, e principalmente formalizar reuniões para discussões(permanentes) não só dentro do colegiado arbitral, como também convidando técnicos, dirigentes, imprensa.

 

Os treinadores, por sua vez, são os principais responsáveis pela conscientização dos atletas com respeito à importância do fair play (jogo limpo), o que ajudará evidentemente nas tomadas de decisões do árbitro no campo de jogo.

2) Formação prática:
Deverá não só incluir-se uma boa preparação física, como também o treino da "observação específica", através de video-filmes, de prática "pedagógica" nos clubes, e a utilização de técnicas de observação com pessoas com notório conhecimento sobre as regras do jogo.


3) Formação teórica:Deverão incluir-se não só os aspectos específicos das regras do jogo, seu domínio, como também de conhecimentos de técnicas e táctica específica do desporto em questão. Serão incluídos programas de treino de percepção e como parte específica do treinamento psicológico o treinamento de: visão periférica, visão focalizada, percepção da situação de jogo, treino da concentração, treino da atenção, treino psico-regulador, onde se incluirão programas para autocontrole , controle de stress, controle da agressividade, formação da personalidade do árbitro, treiná-lo nas tomadas de decisões e no domínio dos gestos específicos que esta demanda.

Os árbitros devem aprender a conviver, e ser capacitados a conviver, com este tipo de situação e por sua vez estar preparado para antecipar-se, e sair dela sem entrar em situações de conflito que prejudiquem ainda mais a sua tarefa. O árbitro não deve permitir que um óbice simples crie uma situação desfavorável, ou leve, por outro lado,a encerrar-se num círculo vicioso onde seja necessário punir cada vez com maior rigor, desvirtuando a finalidade do espectáculo. A missão do árbitro é conduzir a partida a bom término, sem prejudicar as partes envolvidas.
publicado por JPCosta às 08:00

19
Jan 11

A característica do árbitro perfeccionista é estar permanentemente com o apito na boca, marcando de imediato, todas as infracções que ocorrem. Este tipo de comportamento interrompe a fluidez do jogo e expõe o árbitro a uma posição antipática diante dos atletas, subtrai a continuidade da partida, impede a lei da vantagem, convertendo o árbitro no “jogador mais importante do prélio”.

Traduzindo: o árbitro passa a ser o espectáculo, e não o jogo em si.

Resumindo, podemos estabelecer que um bom árbitro vai depender não só das qualidades natas do indivíduo para essa função, como também de um correcto processo de ensino-aprendizagem, oferecido nos cursos de formação, que propiciem mostrar pautas de equilíbrio entre: flexibilidade/personalidade; permitir/punir; e/deve ser; objectividade/subjectividade.

Dietrich Spate define a tarefa do árbitro com enorme precisão ao esquematizar sua sua função como um trabalho permanente de comparação entre dois pólos distintos, a saber:

deve ser: imposto pelas regras do jogo;

é/foi: determinado pela acção ocorrida

Entretanto, técnico e atletas tem como ideia e função ganhar o jogo, valendo-se para isto de recursos técnicos, tácticos, estratégicos, psicológicos e, às vezes, outros nem sempre éticos e legais.

Essa diferença de interesses e funções é que pode proporcionar uma situação de conflito.

Graficamente, podemos expressá-la dessa forma:


Objectivos do treino

O conhecimento das regras do jogo, na sua totalidade, e a experiência de ter sido atleta não são requisitos indispensáveis para ser um bom árbitro. Dentro do processo formativo do mesmo, devem figurar aspectos que lhe facilitem a resolução dos problemas já citados.

A introdução de conhecimentos específicos da psicologia do desporto, em especial aqueles referentes ao estudo sistemático da observação, antecipação e preparação das situações de jogo, colabora significativamente para a organização do processo de formação.

É importante capacitar e instruir os árbitros, em aspectos técnicos e tácticos do desporto em questão para que, possam antecipar-se mentalmente ao desenvolvimento das situações de jogo.

Na medida em que, se prepara uma pessoa para antecipar-se a um problema, ela está sendo treinada para solucioná-lo.

Reconhecendo de maneira antecipada as situações que geram conflitos, é que um árbitro pode antecipar-se a eles e controlá-los.

Isto implica na formação da Personalidade do Árbitro como item básico dentro do processo ensino-aprendizagem.

Resumindo, podemos dizer que os seguintes conteúdos devem ser incluídos nos programas de formação de árbitros:

Formar a personalidade do árbitro; educar sua capacidade de observação (psicologia da conduta); capacitá-lo para se abster ao meio ambiente diante das tomadas de decisões, quer dizer, educá-lo para não se deixar submeter a pressões; esclarecer ao máximo suas funções e os alcances das mesmas; educá-lo para que compreenda o valor dos gestos específicos; educá-lo para diminuir seu “sentido de culpa”, quer dizer, educá-lo para que não tome decisões que não compensem o possível erro anterior; consciencializado de que as críticas são feitas geralmente à sua função e não à sua pessoa (importantíssimo para evitar as pressões psicológicas) e controle diante do comportamento agressivo dos atletas. (autocontrole).

publicado por JPCosta às 08:00

18
Jan 11

  

Devido as distintas pressões do meio ambiente e dos diversos processos internos (motivação, stress etc..) aos quais está submetido o ser humano é que, às vezes, a capacidade de percepção se vê influenciada.

A análise de uma mesma situação, às vezes, não é idêntica. Observamos variabilidade e postulamos estabilidade, e sentimos desestruturação (caos) e sintetizamos estrutura e sentido.

Esse sistema de codificação permite-nos aprender a conhecer o universo que nos rodeia, mas essa percepção tem as suas falhas (Rusch e Zimbardo).

 

Exemplo denominado na psicologia como percepção subjectiva que, expressado de outra forma, assim figura:

O mundo físico e o mundo percebido não coincidem, não concordam entre si.

 

Erros de percepção

 

Como exemplo mais claro, temos os denominados, transformações ou enganos ópticos.

Por exemplo, quando vemos as vias férreas unidas no horizonte.

Muller-Lyer apresenta-nos uma série de figuras que induzem ao erro óptico.

Aparentemente a linha (a) é menor que a (b), no entanto, elas são absolutamente iguais. Use uma régua se tiver dúvida.

São famosos os jarros de Rubinstein 

O apreciador, pode apreciar um jarro branco, sobre um fundo negro, ou dois perfis de figuras em negro sobre um fundo branco.

Os exemplos acima evidenciam a importância das cargas emocionais, frente as tomadas de decisões.

 

Definições

 

Percepção: Entrada na consciência de uma impressão sensorial, chegada previamente dos centros nervosos.

As impressões sensoriais não são vivenciadas em forma separada, mas sim como um todo.

 

Percepção subjetiva: Influência exercida sobre a percepção pelos fatores sociomotivacionais.

Motivação: Processos impulsores e orientadores que resultam em determinantes para a eleição e para a intensidade da utilização das tendências da conduta.

 

Utilizando a metáfora do exemplo de Myller-Lyer, vemos que o árbitro inseguro votaria inconscientemente a favor do conjunto que lhe dá mais protecção, mais segurança.

Isto significa, em desporto, que dita preferência para a equipa local. Estatísticas demonstram que, o local leva a vantagem de poder cometer mais faltas que o seu rival, com o lógico benefício tácico que isto representa.

Os árbitros que apresentam este comportamento são denominados, na linguagem popular, como “caseiros”.

A solução para este problema é a conscientização dos árbitros, através de uma formação psicológica, para que não cometam o erro de se deixar levar, ou influenciar pelas emoções e simpatias para o “local”.

publicado por JPCosta às 08:00

Dos primeiros Hoquistas do Valado

 

Fotografia dos anos 50, durante o serviço Militar três dos jogadores desta equipa são Valadeiros, o guarda-redes Anibal ,em baixo ao centro Zico ao seu lado direito Júlio.O hoquei em patins desde os anos 70 até hoje tem sido uma das modalidades mais acarinhadas no Valado ,tendo actualmente a BIR várias equipas jovens e uma equipa sénior a disputar o Nacional da 2ª divisão.
O hóquei em patins, é um desporto colectivo , em que os atletas rolam sobre patins e usam um stick para conduzir uma bola que tentam introduzir na baliza adversária.
O hóquei em patins tradicional é jogado por cinco jogadores, quatro em campo e um guarda-redes. Neste desporto é utilizado o seguinte equipamento: Patins (compostos por quatro rodas cada patim, travão, chassi e bota), setique e bola. Como equipamento de protecção utiliza-se caneleiras, joelheiras, luvas, coquilha e no caso dos guarda, protecção de coxa e mascara para a cabeça.

As origens do hóquei são muito antigas. Foi encontrado um baixo-relevo egípcio, que mostra um grupo de crianças batendo uma bola com um bastão muito grosso. Em Atenas também foi encontrado um baixo-relevo da civilização clássica grega, que representa vários jogadores em posição de jogar uma bola e empunhando aléus (setiques). Em França, nos fins da Idade Média, o jogo era conhecido por Crosse e por vezes chamavam-lhe Hoquet.


Em Portugal, julga-se que o hóquei em patins teve a sua origem no jogo da Choca. Esse jogo era jogado por cinco jogadores munidos de um pau (que podia ser, ou não, curvo na ponta), uma pequena bola de madeira (ou uma pinha) que tinha o nome de reca, choca ou porca, ou em outras localidades, unha de boi (corneta).

O primeiro relato histórico remete-nos para 1873, data em que D. Maria Pia terá apresentado os primeiros patins em Mafra.

Hóquei patins tradicional é praticado actualmente em cerca de trinta países, é muito apreciado em Portugal, Espanha (sobretudo Catalunha e Galiza), Itália e Argentina (desporto-rei em San Juan e Mendoza).

O país com o maior número títulos mundiais é Portugal, seguido pela Espanha. Em Portugal existem actualmente cerca de 150 clubes, com a modalidade de hóquei em patins no activo.

 

In:http://valadodosfradesfotos.blogspot.com/

publicado por JPCosta às 00:21
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17
Jan 11

Psicologia é a ciência que estuda o comportamento e seus processos mentais (experiências subjectivas inferidas através do comportamento).

Ou seja:

a maneira como a mente do homem funciona, planeia, tira conclusões, tem fantasias e sonha.

Dito isso, no final de cada jogo desportivo, é comum os adeptos, atletas, técnicos, imprensa, enfim aqueles que compõe o contexto desportivo, realizarem comentários e críticas pertinente à actuação do árbitro e seus assistentes.   

Ser árbitro é uma missão enigmática. Ao analisar as causas desta afirmação, elas revelam-nos, entre outros os seguintes aspectos:

Diferença de interesses gera uma diferente percepção das causas;

Diferença de exigências e pressões gera uma distinta percepção e, por conseguinte, uma perceptível avaliação de uma mesma situação do jogo.

Quais os motivos, qual é o atractivo e quais são as causas que podem levar uma pessoa a optar por tão difícil ramo de actividade?

Menciono alguns:

Auto-representação (ser parte do espectáculo);

Ansia de poder (determinar, controlar) e interesse pelo desporto (amadorismo).

Um árbitro é,um ser humano que, no exercício da sua função, pode realizar actos correctos, mas está propenso a equívocos, como qualquer ser humano.

Os equívocos dos árbitros podem ter diferentes causas, e a investigação nos diversificados campos da psicologia e da fisiologia permitem-nos saber, na actualidade, que são complicados os mecanismos pelos quais se reproduz a percepção.

O que acabo de lembrar em relação ao árbitro é o primeiro de uma série de quatro artigos que pretendo dar continuidade e expor com minúcia. A difícil actividade a que me refiro, existe como uma consequência principal e fundamental pela opção que o homem tem de dirigir jogos desportivos.

publicado por JPCosta às 08:00

16
Jan 11

Convidam-se, todos os árbitros do CRAHP de Leiria, Para a reunião agendada para dia 19 de Janeiro de 2011, Quarta-Feira, com inicio marcado para as 21H00, nas instalações da Associação de Patinagem.

 

A Direcção do CRAHP de Leiria

 

publicado por JPCosta às 22:42
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12
Jan 11

Sábado, 15 de Janeiro de 2011

 

Camp. Nac. III Divisão – Centro 

18:00 Entroncamento x Marrazes   Carlos Fagulha (Ribatejo)  Aux. Pedro Sousa (Leiria)

18:00 Marinhense x Oliveira do Hospital  Pedro Vieira (Minho) Aux. Rui Silva (Leiria)

18:00 Santa Cita x Vialonga  Fernando Cabaço (Lisboa) Aux. Vitor Roxo (Leiria)

 

Camp. Nac. III Divisão – Sul 

18:00 Beja x Vasco Gama  Paulo Carvalho (Leiria) Aux. Luis Correia (Leiria)

 

Camp. Nac. Feminino - Sul e Ilhas 

16:00 Tomar x Alverca António Peça (Leiria)

publicado por JPCosta às 20:32

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Árbitros de Leiria/Época 2012/13
Nacional "A": ---- Nacional "B": António Peça, Armando Henriques, David Barros, Luís Correia, Orlando Ramos, Paulo Carvalho, Pedro Sousa, Vitor Roxo Regionais: Élio Rodrigues
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